Qual o melhor seguro viagem?
11 de set. de 2025
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Você já deve ter se perguntado qual é o melhor seguro viagem. Sobretudo porque o planejamento de uma viagem, apesar de inspirar pensamentos otimistas e empolgantes, deve cogitar imprevistos também. E uma das maiores armadilhas é não considerar o risco de problemas de saúde durante uma viagem.
Ademais, esse cuidado também é relevante quando envolve funcionários que se deslocam para tratar de negócios. Por isso, é extremamente importante contratar o melhor seguro viagem para aquela situação.
O melhor seguro viagem para escolher
Mas como existem diversas opções no mercado, qual o melhor custo-benefício? Se você pensou naquele seguro embutido no cartão de crédito, saiba que pode não ser a melhor alternativa.
“Um ponto que requer atenção é o fato de os seguros de cartões normalmente trabalharem somente com o reembolso de despesas, e não assistência no local. Ou seja, se o viajante ficar doente, ele vai buscar assistência médica por conta própria e só depois no retorno poderá pedir reembolso das despesas”, alerta a diretora executiva da A1, Lorena Ávila.
Além disso, há outros detalhes com os quais o viajante precisa ficar atento. Um deles é o valor da cobertura.
A maior parte dos cartões tem um limite inferior (às vezes bem inferior mesmo) a US$ 30 mil, o que praticamente inviabiliza a cobertura de gastos para o caso de uma internação hospitalar longa. Além disso, a opção pelo cartão, com um limite médio de cobertura de US$ 15 mil, impede o uso dessa modalidade na Europa, onde se exige um mínimo de US$ 30 mil.
Diferencial para empresas que contratam seguro viagem
O maior diferencial para uma empresa que contrata seguro viagem para seus colaboradores viajantes é a possibilidade de que todos possam dormir tranquilos.
“Para empresas, além da segurança de ter o funcionário atendido, há uma vantagem em haver um canal de comunicação mundial em operação 24 horas em caso de emergência. Imagine que a empresa não precisa de funcionários no Brasil de sobreaviso para atender a telefonemas de emergência do pessoal em viagem. Esse trabalho é feito pela central do seguro, que realiza todo o atendimento e auxílio e comunica a empresa depois. Já tivemos caso de um viajante que quebrou a perna em um fuso horário diferente, teve todo o atendimento e a empresa soube por nós do ocorrido após tudo estar resolvido”.
O cartão de crédito fornece seguro gratuito, mas a passagem deve ser comprada no próprio cartão. Outra desvantagem é que, se a passagem é para a França, por exemplo, a cobertura deixa de valer caso o viajante se desloque de carro para um país vizinho, como a Espanha.
Já o seguro viagem varia muito de preço, dependendo da faixa etária, do tempo de viagem, do destino e do valor da cobertura. Por todas essas características das duas modalidades, a A1 trabalha e indica que as empresas utilizem a cobertura de seguro viagem. Confira as diferenças principais abaixo:
Quais as vantagens do seguro viagem
Cobertura garantida independentemente da forma de pagamento
A validade do seguro envolve o período contratado, sem depender do destino da passagem
Garante uso de hospitais credenciados sem custo ou particulares com reembolso posterior
Além da cobertura de saúde e hospitalar, há vários outros benefícios, como adiantamentos de valores para despesas legais, jurídicas, cancelamento de viagens, atraso de voo ou de bagagem, custos de retorno antecipado ou prorrogação de viagem
Faixa de cobertura de atendimento médico entre US$ 40 mil e US$ 300 mil
Algumas seguradoras oferecem videoconsulta no idioma do viajante
Não tem franquia
Qualquer tipo de acidente é coberto
Canal de comunicação mundial durante 24 horas
Quais as desvantagens do seguro do cartão de crédito
A passagem deve ser comprada no cartão, sendo que somente cartões Platinum, Infinite ou Black oferecem o benefício
A cobertura vale somente para o país de destinoNormalmente os seguros de cartões trabalham apenas com o reembolso de despesas, e não com assistência no local
A maior parte não cobre perda de bagagem, atraso ou cancelamento de voo
Coberturas abaixo de US$ 30 mil, o que pode inviabilizar internações mais longas e impede seu uso na Europa, onde esse é o valor mínimo exigido
Há cartões que não oferecem telemedicina, o que obriga a pessoa a buscar atendimento no local mesmo em casos leves ou em idioma não dominado pelo viajante
Pode ter franquia para utilização
Os cartões não cobrem longos períodos de estadia, alguns se limitando a 31 dias
Dependendo do tipo de acidente, não há cobertura, como esportes radicais ou atividades de risco
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