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Dicas importantes sobre seguro em viagens corporativas

No turismo a lazer, ficar atento ao seguro viagem é algo natural, automático. Quando estamos falando de viagens corporativas, no entanto, este recurso é, em geral, colocado em segundo plano.

Na verdade, o seguro viagem para o universo corporativo é ainda mais importante, pois garante a segurança do passageiro e da relação empresa x funcionário. Neste texto, conheça algumas dicas sobre o tema.

Mudanças na regra

Os viajantes corporativos que utilizam cartões virtuais como EBTA e CPB estavam segurados automaticamente ao fazer uma viagem. Esta regra, todavia, mudou. A partir de agora, o consultor de viagens ou a própria empresa, se for o caso, deve acessar o site do cartão e solicitar, em cada viagem, o seguro.

Considero que, independentemente do país que visitará, é sempre importante estar coberto para evitar transtornos. Abaixo, algumas dicas gerais.

Viagens internacionais

Alguns países exigem a contratação prévia de seguro viagem como condição para entrada em seus territórios. Em outros casos, a exigência vai além e determina uma série de condições que devem ser seguidas, como, por exemplo, os valores das coberturas.

Por isso, ao solicitar uma viagem internacional, lembre-se de pedir ao seu consultor que explique as determinações legais do seu destino. Caso você não tenha uma agência parceira, pesquise as exigências no consulado do país de destino.

Na Europa

No continente europeu, as regras que definem a obrigatoriedade do Seguro Viagem estão previstas no Tratado de Schegen. Assinado por países da Comunidade Europeia (veja a lista abaixo), este documento estipula o valor mínimo de cobertura de auxílio médico em caso de acidente ou doença (€ 30 mil).

Quem faz parte do Tratado de Schegen? Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Finlândia, França, Grécia, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Áustria, Portugal, Espanha e Suécia.

Outros exemplos

Para entrar em território cubano, a cobertura mínima do seguro viagem precisa ser de U$ 10 mil para assistência médica. Na Venezuela, o valor sobe para U$ 40 mil e inclui a repatriação médica e funerária. Um exemplo diferente recai sobre a Austrália. Lá o seguro viagem é exigido, mas sem valor mínimo de cobertura.

E quando não precisa?

Um dos destinos mais frequentes da área corporativa, os Estados Unidos não exigem nenhum tipo de seguro. O fato da não obrigatoriedade aumenta ainda mais a necessidade de contratar previamente um seguro viagem. Os serviços médicos dos norte americanos são, em geral, caros e podem causar conflitos com a Política de Viagens da sua empresa, por exemplo.

Viagens nacionais

Neste ponto, preciso fazer um alerta bastante importante: é comum que muitas empresas não contratem seguro viagem para deslocamentos domésticos. Exceto no caso no qual funcionários têm planos de saúde de abrangência nacional, a falta de um seguro viagem pode causar danos à empresa, pois, legalmente, elas são responsáveis por seus funcionários durante as viagens à trabalho.

A conclusão geral é simples: para o bem-estar de seus funcionários, da sua empresa e para prever custos, adote o seguro viagem como um padrão, estipulado em sua Política de Viagens.

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