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O que é uma bleisure travel e o que a Política de Viagens tem a ver com isso

“Você está viajando a trabalho ou por lazer?”. E quando pode começar por um motivo e terminar por outro? A chamada bleisure travel ou bleisure trip, uma viagem corporativa que se estica em alguns dias, para turismo e curtição depois que o compromisso de trabalho termina, tem sido a aposta de parte das empresas para engajar seus colaboradores. Para que a prática funcione direitinho, as empresas precisam manter diretrizes claras e objetivas na sua política de viagens.

Quer entender a importância e os passos para criar uma Política de Viagens? Baixe aqui o guia que preparamos.

Bleisure nada mais é do que a soma de duas palavras do inglês: business (“negócios”) e leisure (“lazer”). Trata-se de uma tendência que já se consolidou em muitos países e também veio para ficar no Brasil. Um estudo da Phocuswright: Global Travel Market Research Company, por exemplo, estima que 64% dos viajantes corporativos estão acostumados a estender suas viagens para atividades de lazer. 

Para o colaborador, a bleisure travel traz muitas vantagens, sendo a principal delas conhecer destinos turísticos com custos reduzidos, unindo o útil (necessidade de viajar) ao agradável (possibilidade de descanso). 

Para a empresa, a prática também tem se mostrado positiva. Além de o colaborador ficar mais satisfeito e descansado, melhorando sua produtividade, torna-se também uma oportunidade para ele construir e consolidar uma rede de contatos nos seus dias de “leisure”, o que pode ser útil em futuros dias de “business”.

No entanto, é fundamental que, antes da partida, fique claro o que cabe à empresa pagar, e o que é de responsabilidade do colaborador. E é aí que entra a importância de uma Política de Viagens bem definida na empresa. 

Exemplo


Pois bem, vamos imaginar que o empregado de uma empresa pede para viajar na próxima terça-feira para Paris, onde haverá uma série de reuniões com clientes importantes. O plano inicial dos gestores é de que o colaborador volte na sexta-feira. Mas ele afirma que gostaria de passar o final de semana na capital francesa para visitar pontos turísticos que ele ainda não conhece. Por que, então, não permitir que ele estenda sua viagem e retorne apenas na segunda-feira?

A pergunta acima é uma das principais motivadoras das bleisure travels. Quando esse tipo de oportunidade acontece, o colaborador deve consultar as normas de viagem da empresa – que eventualmente já apresentam regras para as bleisure travels – e negociar com seu superior sobre a viabilidade de permanecer os dias extras.

Geralmente, viajante e empresa combinam que as diárias de hotel dos dias de lazer devem ser pagas pelo colaborador, assim como todas as outras despesas adicionais. Eventualmente, o viajante também deve arcar com a diferença do preço da passagem do dia previsto para o dia de retorno atualizado, caso houver.

Para que sua empresa não precise sair correndo na hora de estabelecer como vai funcionar uma bleisure travel, que tal já ter limites e responsabilidades claras para a empresa e o colaborador estabelecidos na Política de Viagens? Por meio de processos padronizados, em que todos sabem o que é pago pela empresa e o que é pago pelo viajante, tudo é feito com mais tranquilidade.

Essa tendência já tem aparecido na sua empresa? Já está claro na Política de Viagens do seu negócio? Consulte a A1 se precisar de ajuda!

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