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Os impactos da política de viagens: o que os números mostram?

Que boas negociações geram economia todos nós sabemos. Mas o que fazer para economizar mais? Como mostrar resultados além do que já foi feito?

Mudança de planos no mundo de viagens corporativas sempre foi um tema polêmico e que pode dar muita dor de cabeça para o gestor desse departamento.

Sempre que analisamos relatórios com nossos clientes, essa ponto é levantado.

No geral, as empresas costumam ter departamentos e alguns viajantes que se destacam no custo de reemissões.

Normalmente, são setores que dependem da agenda de terceiros ou que trabalham com demandas urgentes.

Isso não temos como mudar, certo?

Mas, a questão é: qual o percentual “aceitável” para gastar com alterações de suas viagens?

O que podemos fazer para melhorar?

Com essa pulga atrás da orelha, fizemos um estudo baseado nos números de nossos clientes e comportamento de compras.

O que os números nos mostraram?

O impacto que a política de viagens tem! Até na hora de mudar os planos.

Resumindo:


Empresas com política de antecedência de compra de 5 a 7 dias, alteraram 3,47% de seus bilhetes nacionais e seu ticket médio de reemissão foi R$ 480.

Já em empresas que não possuem uma política de viagem pré definida, as reemissões nacionais subiram para 6,92% (quase o dobro!) e tiveram um custo médio de R$ 606.

Mas aí você pode pensar que a empresa sem política conseguiu uma tarifa menor quando comprou seu bilhete.

Infelizmente, não!

Os estudos mostram ainda que o ticket médio da empresa sem política de viagem foi de R$ 718 por emissão, comparado com R$ 476 na empresa com antecedência de 5 a 7 dias.

Incrível, né?

Imagina o quanto você pode economizar na sua empresa reformulando a sua política de viagens com base em estudos de mercado como esse!

Quer saber mais? Fale com a gente!

Lorena Ávila

[email protected]

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