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Sete passos para guiar o orçamento de viagens corporativas em 2023

O ano de 2022 trouxe dados empolgantes para o setor de viagens corporativas. No segundo semestre de 2022, a área de turismo de negócios faturou quase R$ 5 bilhões, mais do que o triplo do resultado registrado em igual intervalo em 2021, segundo a Associação Brasileira das Agências de Viagens Corporativas (Abracorp).

A expectativa é de que, em 2023, o segmento tome ainda mais fôlego, buscando patamares próximos ao que foi visto no período pré-pandemia. Nós, da A1, sabemos que  os desafios são grandes, e temos desenvolvido cada vez mais soluções tecnológicas que, por meio de automação, ofereçam mais previsibilidade, redução de custos e controle de orçamento para nossos clientes.

O cenário hoje é de instabilidade dos preços e  dificuldade no transporte terrestre e baixa previsibilidade das tarifas de hotelaria, por isso é tão relevante que as empresas estejam atentas à gestão eficaz de seus recursos.

Por isso, o tema Orçamentos de Viagens 2023, debatido no 5º Roundtable Corporate da Hospitality Sales & Marketing Association International (HSMAI), no final de novembro, em São Paulo, foi tão pertinente ao trazer análises e insights para o setor. Usando como fonte o relato publicado no site da HSMAI sobre o debate, apontamos aqui algumas dessas dicas para os gestores.

1. Faça revisão trimestral do orçamento em 2023


Instabilidades do setor levam a uma necessidade de revisão de orçamento mais periódica e dinâmica.

2. Auxilie as diferentes áreas na gestão dos seus orçamentos de viagens


Ainda que algumas empresas tenham budgets de viagem descentralizados, é importante que a gestão consiga que todas se mantenham dentro do previsto.

3. Equilibre e realoque custos


É preciso ter claro no que é importante economizar e em quais pontos investir.

4. Negocie com foco


Buscar negociar o que realmente vai fazer diferença no dia a dia e com os parceiros realmente relevantes é ter foco nos processos.

5. Parta do Orçamento Base Zero (OBZ)


Índices econômicos e números anteriores não são uma boa base de partida, pois muitas outras variáveis entram em jogo, como energia, mão de obra, situação dos fornecedores.

6. Negocie “ancilliares” (benefícios extras) com as aéreas


Descontos nos preços das passagens estão cada vez mais difíceis de conseguir. Mas a negociação pode ser ampliada por meio dos ancilliares, que são os benefícios extras como upgrades no Frequent Miles Program, marcação gratuita de assento, possibilidade de levar bagagem sem custo extra e alteração de data sem multaD

7. Conscientize sobre as tarifas dos hotéis


Eduque seus viajantes sobre como funcionam as tarifas dinâmicas e as fixas na hotelaria. Agências são parceiras e um suporte importantíssimo para a gestão de viagens na empresa, por isso não é uma questão de preço que as tarifas acordadas e as aplicadas pelas Online Travel Agency (OTAs) sejam diferentes. São outras condições, benefícios são outros, independentemente do preço.


Nenhuma empresa é igual à outra, cada uma merece soluções customizadas e atendimento personalizado para que suas viagens corporativas não escapem do orçamento. 

Na A1, somos parceiros dos nossos clientes na implantação e no suporte dos principais sistemas de gestão de despesas locais e globais.

Quer conversar sobre isso? Chame a gente!

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