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Viagens corporativas: receba bem um parceiro de negócios

Preparar uma boa recepção e uma estadia confortável e proveitosa para parceiros de negócios que chegam por meio de viagens corporativas é uma atitude importante que deve receber atenção das empresas. Devemos levar em conta aspectos culturais e de saúde, entre outros, para que a experiência traga frutos. E é preciso ficar atento porque, se for ruim, pode até mesmo afetar a negociação.

Se a empresa está recebendo um cliente de outra cultura, os cuidados envolvem detalhes relacionados ao hotel, a demandas específicas de alimentação, religião etc.

Para não correr risco de haver problemas, uma consultoria de viagens pode ser a solução, já que o serviço de uma boa agência de viagens corporativas vai muito além da simples contratação.

Respeito e atenção aos costumes em viagens corporativas

A A1 costuma atuar com toda a atenção necessária quando as pessoas que estão em viagens de negócios são de culturas diferentes e requerem demandas específicas.

Recentemente, um exemplo foi o caso de um grupo grande de indianos que veio ao Brasil. Eles tinham um horário determinado em que era preciso levar água ao apartamento porque faziam uma oração e tinham de tomar um chá, seguindo um costume deles.

Por isso, o hotel onde os indianos estavam hospedados planejou toda a refeição com um nutricionista e identificou-a em inglês e português no café da manhã. Já o jantar e o almoço seguiam um cardápio indiano.

“Adaptamos tudo para que eles se sentissem o mais em casa possível, colocamos térmicas com água quente nos apartamentos, ajustamos a alimentação, pois eles consideram a vaca um animal sagrado, então a dieta deles é basicamente vegetariana e são bem exigentes quanto a isso”, relata a gerente de Atendimento da A1, Daniela Mazzochi.

Os detalhes podem chegar a níveis mais complexos e, por isso, é preciso conhecer bem a cultura dos viajantes para não cometer erros. Na Índia, a sociedade é dividida em castas, o que pode gerar situações inusitadas para nós, brasileiros. “Um dos passageiros era considerado nobre, então ele não tinha sobrenome no passaporte. Por isso, precisamos verificar para fazer a emissão da passagem dele de forma correta, para que não tivesse problemas para entrar no Brasil”, explica Daniela.Crédito: Freepik


Outros exemplos em atendimentos

A A1 também atendeu outras nacionalidades que exigiram adaptações na estadia. Por exemplo, em um grupo de árabes, foi necessário adaptar um espaço para que eles pudessem rezar no horário apropriado pela sua religião. Tudo para evitar um choque cultural negativo.

“O objetivo da empresa era que essas pessoas fossem atendidas como queriam para conseguir fechar negócio. Era um cliente muito importante. Então, eles se preocuparam desde o início com toda essa questão cultural para que fossem bem recebidos e não houvesse nenhum impacto na negociação”, salienta Daniela.

Portanto, se sua empresa vai receber um grupo com cultura diferente, não fique em dúvida e não arrisque a negociação. Na A1, te ajudamos com todo o planejamento necessário para recebê-los.

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